segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A parte da história de um povo sofrido e marcado por grandes lutas.

Já conhecemos , de ouvir falar em revistas, livros didáticos, em outros meios de comunicação a luta do povo Africano, no decorrer da visita o grupo , chegou até um espaço muito triste que foi , a parte da escravidão , do preconceito ,das correntes usadas , para marcar , fazer sofrer um povo marcado pelo sofrimento, mais rico em cultura.Vimos correntes, e entre outros objetos, que serviam para fazer sofrer um povo, que não tinha liberdade, de se expressar.Não nos deixar mentir o livro de Darcy Ribeiro O povo Brasileiro , que destaca muito sobre , o sofrimento das mulheres que eram torturadas em tamanha crueldade.Infelizmente ,nas escolas são muito pouco trabalhado essa importância do negro , a sua cultura.Na maioria das vezes , os professores dão uma pincelada , muito pouca , pois há lugares ricos em informações para serem trabalhados pelos alunos , pois um espaço rico em cultura pode levar para os alunos ,mais conhecimento pois ele estará vivenciando, algo importantissímo para sua formação ética , e assim não estará reproduzindo preconceitos tamanhos como esta presente em nossa sociedade atualmente.

2 comentários:

  1. Gostei muito do relato do museu afro, pois nele retrata uma história de luta do povo africano contra a escravidão. Essa luta tem sido seguida na sociedade até os dias de hoje, pois visivelmente ainda há um preconceito racial muito grande na sociedade.
    Pelo que vocês destacaram o museu além de mostrar a luta do povo africano, ele resgata um cultura imensa, muito rica. Essa cultura faz parte do nosso cotidiano e não percebemos.

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  2. Meninas o trabalho de vocês me fez relembrar de dois relatos.
    No semestre passado fui ao sitio do pica-pau amarelo lá em Taubaté.
    E quando a casa foi aberta aos visitantes fomos conhecer com alguns monitores.
    Ouvi um relato que mexeu muito comigo, as telhas da casa eram feitas nas canelas das mulheres negras, quando ouvi aquilo fiquei muito chocada, elas ficavam no sol até aquela mistura que eram colocadas em suas canelas virarem telhas.
    Imaginem o sofrimento daquelas mulheres.
    E neste ano aconteceu na escola na qual trabalho como aluna pesquisadora, quando deu o horário do intervalo as crianças foram formar a fila.
    Duas alunas começaram a brigar uma de pele branca e outra de pele morena.
    A aluna de pele branca chamou a outra de macaca, ela saiu correndo e foi me contar o que tinha acontecido, eu fui até lá conversei com a aluna e perguntei para ela o que era macaca, ela me respondeu que era pessoa que tinha pele morena, fiquei muito surpresa com a resposta.
    Conversei em particular com as duas e expliquei, naquele momento solucionei o problema.
    Só que infelizmente o preconceito existe e sempre existirá e o pior é que vem do berço.
    Até quem sabe um dia, as pessoas se conscientizarem e ver que isso é crime.
    E um fator que é muito importante, a lei existe pena que não é devidamente cumprida.
    Parabéns pelo trabalho.
    Jailda

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